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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Sugestão de leitura


Histórias de Fé para Garotas
Ser uma adolescente não é nada fácil, ao mesmo tempo em que você adquire responsabilidades também é tratada como criança. É também nesta fase que surgem dúvidas sobre amor, beleza, escola entre tantos outros temas.Em Histórias de Fé para Garotas você vai descobrir que não é a única a se questionar diante de várias situações que acontecem em sua vida e vai entender que para tudo você precisa da orientação de Deus, tanto nos momentos felizes quanto nos momentos de tristeza.Exercite a sua fé através deste livro explorando situações da vida real como: o que significa ser segura em suas decisões, como cultivar amizades sólidas, o que fazer em face do desapontamento e como viver de acordo com a vontade de Deus.

Livro de Meg Cabot


Se alguém está gritando de felicidade...

…a coisa mais educada a fazer é gritar também”
Para ter uma amizade duradoura você precisa de leis? Quando você não sabe direito como agir em relação às coisas a quem - ou o que - você deve recorrer? Allie Finkle tem todas essas respostas, apesar de ser apenas uma garota de nove anos.
Allie é uma garota normal, que vai à escola, tem amigas e, é claro, uma melhor amiga. Não que sua melhor amiga seja uma garota muito legal, mas Allie (até que) gosta dela, apesar de ser uma menina chorona e meio chata. Tudo isso faz com que a menina Finlke sempre pense que adoraria ter uma melhor amiga mais divertida, que se parecesse mais com ela.
O problema é que pode ser que os pedidos de Allie sejam realizados agora que sua família decidiu mudar de casa – e, consequentemente, trocar a escola onde ela e seus irmãos estudam. Agora ela já não tem tanta certeza de que quer uma nova amiga e vai fazer de tudo para continuar na mesma casa com as mesmas coisas, tudo do jeitinho que deveria ser.
Enquanto Allie luta contra a mudança, a troca de amizades e escola vários acontecimentos vão mostrando à ela os caminhos certos que você deve seguir para que tudo dê certo. Agora ela até fez um caderno para anotar essas regras.
Se você acredita naquele papo de que “é errando que se aprende”, vai adorar as confusões em que essa garota se mete tentando fugir de morar em uma casa mal assombrada, conhecendo novas amigas ou vendo que suas antigas colegas são muito piores do que ela pensava.
“As leis de Alli Finkle para meninas – Dia da Mudança” é da autora Meg Cabot, que escreveu diversos dos nossos livros favoritos, e chega ao Brasil com tradução da Galera Record. Alli Finkle é uma heroína, do seu jeito meio estranho e atrapalhado – metendo os pés pelas mãos de vez em quando – mas ainda assim, uma heroína que vai te inspirar a ser uma pessoa muito melhor! Ou, pelo menos, mais divertida.
E você, tem alguma regra? Conte pra mim nos comentários!

Uma entrevista com Pedro Bandeira


O escritor Pedro Bandeira, de 67 anos, já foi chamado de "Paulo Coelho dos livros infanto-juvenis". Faz sentido. Ele chegou a vender 100.000 livros em um único ano - em toda a carreira, são 21 milhões de exemplares. A média de vendas lhe garante viver da literatura - raridade no país. Alguns de seus títulos mais famosos, caso de A Droga da Obediência (1984), de longe o mais popular, fizeram parte da formação de leitores que hoje estão na faixa dos trinta anos. Mas esses mesmos livros seguem nas mãos dos mais jovens. Além dos números, há outras indicações de que a obra de Bandeira continua viva. Uma delas é a adaptação para o cinema de O Fantástico Mistério de Feiurinha, livro de 1986 que chegará às telas na pele de Xuxa e Sasha. Não poderia ser mais pop. Além disso, sua obra, que já chega a 80 títulos, será integralmente reeditada a partir de setembro, pela editora Moderna. Na entrevista a seguir, o escritor conta como trabalha para aproximar seus livros dos jovens leitores, em um país em que o índice de analfabetismo ainda atinge alarmantes 11,5% das crianças de até 9 anos.


O senhor já foi chamado de "Paulo Coelho dos juvenis". O que acha disso?
A comparação é só por causa das vendagens, não pelo conteúdo. Eu sou o mais vendido da literatura juvenil. Ele é o mais vendido do gênero auto-ajuda. Ele trilha o caminho do esotérico, e eu sou o oposto: gosto de fantasia, mas de esoterismo, não.

Por que seus livros agradam tanto?
Porque tratam de emoções humanas. Shakespeare escrevia sobre amor, ódio, cobiça, ou seja, sentimentos que jamais mudarão. Por isso, suas obras são encenadas até hoje. Se o jovem lê sobre pessoas vibrando, sofrendo, sonhando e se emocionando, tal como ele, é muito provável que irá gostar da história. É o que acontece nos meus livros.

O fato de seus livros serem adotados por escolas determina a escolha dos temas das obras?Não existe um tema infantil, jovem ou adulto. Os fatos existem para serem vistos por quem estiver ali. O espectador pode ter seis meses, dez, trinta ou oitenta anos. O que varia é o ângulo pelo qual ele olha aquele fato. Para se escrever para determinado público, o segredo é narrar o fato a partir do ponto de vista do leitor que se quer atingir.

Escrever para crianças e adolescentes requer um estudo prévio da realidade desses leitores?Não necessariamente. Só depois do sucesso de A Droga da Obediência passei realmente a me preocupar com a realidade da criança e do adolescente. E comecei, enfim, a ler tudo sobre eles. Acabei me tornando um especialista e hoje dou palestras no Brasil inteiro, falando das fases do desenvolvimento do ser humano. Mas não é isso que faz de mim um escritor. Caso constrário, todo psicólogo de crianças e todo professor seriam escritores infantis.

É mais difícil escrever para crianças?
De certa forma, sim, pois requer muita observação e vivência. O escritor tenta refletir as emoções humanas que aprendeu ao longo da vida, por isso é pouco comum que pessoas muito jovens sejam bons escritores. Não escrevo pensando no menino de dez anos que fui. Na época, estava crescendo, não observei o suficiente. Eu digo que o ideal é ter acima de 30 anos para começar a escrever para crianças, como Monteiro Lobato, Ruth Rocha e eu mesmo.

Qual o retorno que o senhor tem de seus leitores?
Antes do computador, eu recebia milhares de cartas. Respondia a todas na medida do possível. Agora, o tipo de contato mudou: todos os dias, recebo uns dez e-mails de leitores, geralmente de 12 a 15 anos, elogiando e pedindo mais histórias. Mas também tenho leitor com filho grande, outros que se tornaram meus amigos. São como filhos adotivos. Claro que a gente não deve se iludir com os elogios, porque quem não gosta do livro não perde tempo escrevendo.

Em um país com tantos analfabetos, o senhor chegou a vender 21 milhões de exemplares. Como explicar?
Não é bem assim. Na realidade, existem dois mercados: o mercado das escolas e o mercado do governo. O governo compra muitos livros para repassar às instituições públicas. Dos 21 milhões que vendi, cerca de 10 milhões foram graças a essas compras. Então, o que conta para mim são os outros 11 milhões, efetivamente escolhidos, seja pelos leitores, seja pelos professores.

Como se manter tanto tempo no mercado?
É um fenômeno bem brasileiro, que começou na década de 70. O Ministério da Educação aprovou uma lei que recomendava para crianças e jovens do ensino fundamental literatura produzida no Brasil - além do livro didático. Como não existia uma produção regular, as editoras começaram a correr atrás, produzindo títulos e oferecendo-os às escolas. Então, criou-se o costume da adoção das obras por escolas, que pegou. Em outros países, não existe isso. Lá, as famílias compram os livros para seus filhos. Aqui, os pais não são leitores. Então, ou as professoras fazem esse trabalho, ou as crianças nunca serão apresentadas aos livros.

O senhor ficou rico vendendo livros?
Antes, com a inflação, era infernal. Quando comecei a escrever, recebia muito tempo depois da venda, então não ganhava nada, recebia tostões. Depois do Plano Real, quando a moeda se estabilizou, passei a receber o valor equivalente à venda. Com o que recebo hoje dá para viver bem, sim.

O senhor tem algum projeto novo no momento?
Sempre tenho ideias, mas não sei se consigo fazer um livro que supere os anteriores. Acho que, provavelmente, não, e nem sei se ainda terei tempo de escrever a próxima novidade. Espero que os leitores jovens encontrem novidades nos meus livros já consagrados.


http://veja.abril.com.br/noticia/variedades/pedro-bandeira-paulo-coelho-juvenis-485009.shtml

Meg Cabot no Brasil!!!



Meg no Brasil



Meg Cabot é presença confirmada na Bienal do Rio de Janeiro, em setembro. E tem mais: as cidades de São Paulo, Curitiba e Salvador estão confirmadas no book tour da autora pelo Brasil. Abaixo, as datas em que a autora estará presente em cada cidade. As sessões de autógrafo ainda estão em negociação.
Rio de Janeiro: 10 a 14 de setembroCurirtiba: 15 de setembroSão Paulo: 16 e 17 de setembroSalvador: 19 de setembro



O evento na Bienal do Rio de Janeiro está confirmado para 13/09, domingo, às 15h. Autógrafos às 16h30 no estande da Record. Haverá distribuição de senhas para ambos.




*Este é o último volume da série best seller de Meg Cabot.

Finalmente Mia chegou ao último ano do ensino médio. Agora, é entregar seu trabalho final, escolher em qual universidade ela vai estudar, e decidir como será seu futuro com o perfeito J.P. Mas quando Michael, seu ex-namorado, volta à Nova York - agora rico, bem-sucedido e mais lindo do que nunca -, ela terá que decidir com quem está seu coração... Será que a princesa vai conseguir o seu "felizes para sempre"?

DICA DE LEITURA: ALICE NO PAIS DAS MARAVILHAS


Alice no País das Maravilhas, um clássico que há mais de cem anos vem encantando pais e filhos no mundo todo e que ao contrário do que muitos dizem, foi uma obra direcionada não apenas para os nossos pequeninos. A tão conhecida história que narra as aventuras de Alice através de um mundo mágico e cheio de seres mágicos foi eternizada pelo lindo longa-metragem dos estúdios Disney: filme que fez com que o universo surreal de Lewis Carroll se espalhasse pelos quatros cantos do mundo, chegando até mesmo a ofuscar a ótima obra literária por trás de tudo.

O livro conta a história da pequena e adorável Alice, que enquanto estava no parque cuidando de sua irmã, foi surpreendida por um coelho branco que acaba por cruzar seu caminho. Aparentemente era apenas um coelho normal, porém Alice o ouve dizendo “Ó como estou atrasado! Tenho que correr!”, isso logo após ter verificado as horas em um relógio de bolso, guardando este em sua pelagem.
A pequenina, descrente do que viu, segue o misterioso coelho até uma minúscula toca rente a uma árvore. Assim começa uma história magnífica e encantadora. Ao adentrar a toca, Alice perde de vista o apressado coelho e se depara com uma sala com portas de diversos tamanhos, algumas grandes demais e outras pequenas demais. Repentinamente o apressado coelho surge correndo entre uma das portas da sala, na pressa ele acaba deixando cair seu par de luvas brancas. A prestativa Alice tenta devolvê-las, mas o coelho já havia partido. Sem saber o que fazer, Alice começa a fuçar as portas, por fim encontra uma minúscula portinhola que lhe dá a inacreditável vista de um belo jardim...
O restante da história tem que ler o livro para saber!!!
MOTIVO da INDICAÇÃO:
Por quê:
“Alice deve ser lido por todos os jovens. Falo do texto original e não das dezenas de adaptações que existem nas livrarias. Esse livro é fundamental porque tem tudo o que uma boa leitura precisa: aventura, fantasia, surpresa e humor. É completo, Lewis Carroll mistura prosa e poesia. Ele é um mestre do nonsense. Eu sempre me deparo com jovens que têm dificuldade de lidar com a imaginação, que rejeitam tudo o que lhes parece impossível. Há pouco tempo, um garoto me disse que achava os desenhos animados uma perda de tempo porque bigornas não despencam na cabeça das pessoas e ninguém consegue andar no ar sobre um desfiladeiro. Carroll subverte o real. Brinca com a lógica. Nada é exatamente o que parece ser em sua história. Isso é muito mais próximo da vida real do que muita história que se diz realista. O bom é que a aventura continua num segundo livro, Alice no País do Espelho, tão fascinante quanto o primeiro. Eu leio e releio Lewis Carroll até hoje e cada vez é uma experiência diferente".
Claudio Fragata

SUGESTÃO DE LEITURA: O LIVRO DAS GAROTAS AUDACIOSAS


Resumo do livro : O LIVRO DAS GAROTAS AUDACIOSAS

Com mais de um milhão de exemplares vendidos nos Estados Unidos, 'O Livro das Garotas Audaciosas' é a versão feminina - e autorizada - de 'O Livro Perigoso para Garotos'. Best seller nos Estados Unidos e na Inglaterra, o livro de Andrea J. Buchanane Miriam Peskowitz já foi publicado em mais de 15 países e chega ao Brasil em uma versão adaptada com novos textos sobre surfe, moda e histórias de mulheres audaciosas brasileiras, como Anita Garibaldi, Nise da Silveira, Pagu, Leila Diniz, ChiquinhaGonzaga e Imperatriz Leopoldina. 'O Livro das Garotas Audaciosas' mantém o espírito ousado e livre de seu similar de calças. Meninas à procura de aventura, atenção! Aqui, elas irão encontrar histórias sobre piratas famosas da História, mulheres espiãs e outras garotas que mudaram o mundo. Além de aprender movimentos básicos do caratê, conseguir prender o cabelo com um lápis e amarrar um sári. Neste livro, cozinhar só tem vez se for numa fogueira, em meio à natureza, contando histórias de fantasmas para as amigas. Uma mistura de almanaque, enciclopédia e manual de sobrevivência para meninas, 'O Livro das Garotas Audaciosas' é uma homenagem das autoras à infância, resgatando aventuras e brincadeiras antigas como pular elástico, pular corda e brincadeiras de bate-palma.
Autor:Andrea J. Buchanane & Miriam Peskowitz

Para os pais: Quem é o pré-adolescente?


Quem é o pré-adolescente?
Onete Ramos Santiago


Sua menina de 9, 11 anos, de repente, está chegando em casa e já não se diz nem quer ser mais tratada como criança: "Eu sou pré". Pré -adolescente é o termo implícito. Então, vamos lá! O que é ser pré-adolescente? No que implica? Como agir com eles? O que eles pensam? É, pais! É importante assistí-los porque há crises típicas a serem trabalhadas. Olhando para nossa menina (que susto!), de repente, lá estão os mamilos mais salientes, um pequeno seio a aflorar, os primeiros pelinhos. É a mudança corporal e hormonal se aproximando. Isto mexe com nossa emoção de pais e mexe com eles enquanto pessoas. A produção hormonal faz suas peles e cabelos mais oleosos, dá aumento de peso, os quadris, nas meninas, se alargam, braços e pernas ficam desproporcionais ao tamanho do corpo. Os pré se sentem meio estranhos, meio desengonçados, o que, por conseqüência, deixa, principalmente a menina, por ser mais cobrada esteticamente, revoltada. Elas se trancam no quarto, se apavoram com aquela calça que não serviu, seja porque engordou um pouco ou porque cresceu. Em sua fantasia, ela vai crescer, crescer sempre e vai virar um poste, ou uma camela de tão gorda. É que são incapazes de aferir a dimensão destas mudanças e se angustiam. Dê-lhe o suporte e retaguarda necessários. Entenda-o (a). Diga-lhe que você já passou por isto e era tudo igual. Leve-a ao médico para ver as espinhas, a gordura exagerada, o suor e o cheiro mais acentuados (por conta dos hormônios) , diga-lhe que a fase do crescimento é até os 18 anos, aproximadamente, que ele não vai virar um espigão...Outro drama é a timidez. As garotas, principalmente, têm muito medo de não serem aceitas pelas outras; aí, não querem sair, desistem das festinhas de aniversário, não vão na casa da amiga. O receio de ser excluída é muito grande. Na realidade, as meninas gostam de conversar mesmo é no 1 a 1; os segredinhos, nesta fase, são muitos e quando chega uma terceira; esta, quase sempre, é expurgada. É que as crianças são mesmo bastante naturais e verdadeiras e esta naturalidade traz, intrinsecamente, uma certa crueldade. Mas, não a force a ir a festinha. Converse com seu pré, veja o que está acontecendo, questione, ouça mais em vez de falar, problematize a questão ao invés de trazer a solução e não a force a ir em qualquer lugar se ela não está preparada para isto. É uma violência a pessoa não se sentir entrosada e ser obrigada a se entrosar. Deixe as coisas acontecerem com tranquilidade. O segredo é sempre tratá-lo com respeito aos medos típicos da idade. Pouco a pouco, ela vai se incluindo. Os meninos se tornam tímidos por outras razões. Como são muito cobrados como homens, têm dúvidas a respeito de seu pênis - não sabem se ele é do tamanho bom; já viu outros maiores, outros menores (eles se comparam muito); não sabem se vão ser capazes de seduzir aquelas meninas chatas e fofoqueiras pelas quais eles não têm muito interesse ainda. Mas, como a cobrança dos pais já começou (do pai, principalmente) eles têm dúvidas; se intimidam. Nesta fase, ainda são quase inimigos. Não se entendem.

Onete Ramos Santiago, psicóloga em Florianópolis

sábado, 8 de agosto de 2009

RECADO PARA OS PAIS

RECADO PARA OS PAIS: COMO ORIENTAR SEUS FILHOS PRÉ-ADOLESCENTES A USAR COM SEGURANÇA A INTERNET

Os pré-adolescentes exploram os espaços virtuais através da conexão com redes de relacionamento e publicação de vídeos no YouTube. Em outras palavras, eles são tão competentes on-line quanto seus irmãos mais velhos e se expõem aos mesmos riscos. Uma pesquisa recente sobre segurança na Internet com pré-adolescentes, patrocinada pelo National Center for Missing and Exploited Children, descobriu que 90% das crianças de 9 anos já usaram a Internet. Mais de um terço das crianças de 11 e 12 anos já publicaram perfis em sites de relacionamento como o Facebook e o MySpace, e mais de 25% dos pré-adolescentes foram contatados on-line por pessoas desconhecidas.

Onde está o perigo?
A maioria de nós sabe que é preciso advertir nossos filhos sobre a publicação de detalhes pessoais on-line. Tomar cuidado com pessoas estranhas é um bom conselho. Mas se a mensagem para os pré-adolescentes sobre segurança na Internet for focada no contato com pessoas estranhas, você estará errando o alvo, afirma Anne Collier, co-fundadora do ConnectSafely, um site que oferece dicas para pais e jovens sobre práticas de segurança on-line. “Predação não é um problema nesse grupo demográfico’’, ela diz. “É bastante irrelevante. O único problema, na verdade, é o abuso na Internet. O que precisamos mostrar aos nossos filhos é que por trás do pingüim ou da fada naquele espaço on-line existe um ser humano.” Os tipos de comportamento observados em pátios de escolas, em que crianças formam gangues para agredir outras ou espalham boatos maliciosos, podem ocorrer atualmente nos espaços on-line.
O comportamento impulsivo e arriscado também pode ser uma ameaça para os nossos pré-adolescentes. Eles talvez ainda não tenham desenvolvido a capacidade de prever as conseqüências de uma foto inadequada tirada de um amigo que dormiu em sua casa, e publicá-la on-line. Outro problema é que os pré-adolescentes mais velhos querem estar onde os adolescentes estão, afirma Anastasia Goodstein, autora de “Totally Wired: What Teens and Tweens Are Really Doing Online” (St. Martin’s Griffin).
“Os pré-adolescentes sempre aspiram por algo’’, afirma Goodstein. “Muitos deles entram em sites de relacionamento e mentem sobre sua idade. Eles criam apelidos de mensagens instantâneas bastante inadequados. Exploram identidades diferentes.”

O que pode ser feito?
Você pode estabelecer fundamentos básicos para a conduta on-line segura de seus filhos pré-adolescentes que poderão valer pela vida toda. Nossos especialistas dão estas dicas:

Participe da vida de seu filho
Seu filho de 9 anos fica muito tempo no Club Penguin? Espaços virtuais como esse usam personagens para substituir pessoas. Seu filho mostra de que espaço virtual ele participa? Peça a ajuda de seu filho para criar um perfil e um avatar, ou um personagem que o represente nesse espaço, depois jogue com ele, aconselha Goodstein. Verifique se o site foi criado para crianças com menos de 13 anos e leia a seção dedicada aos pais.

Seja um amigo
Se você estiver na lista de amigos da antiga página de relacionamento de seu filho, poderá ver quem são seus amigos. Os pré-adolescentes mais velhos provavelmente não vão querer compartilhar suas senhas, mas você pode pedir para ver seus perfis regularmente.

Fale sobre questões de privacidade
Os jovens de hoje não têm as mesmas idéias sobre privacidade que nós, diz Collier. Seu filho pré-adolescente talvez não compreenda as conseqüências da publicação de uma foto inapropriada de um amigo. Explique que nada é realmente privado, aconselha Goodstein. Não custa nada um amigo copiar uma foto de um site de relacionamento e distribuí-la aos quatro ventos. Explique que fotos de celulares comprometedoras, mesmo que sejam engraçadas, não devem ser publicadas e podem até mesmo ter conseqüências legais. Seu filho pré-adolescente vai dormir na casa de um amigo? Peça aos pais que retirem os seus celulares naquela noite.

Estabeleça limites
Ensine aos seus filhos a estabelecer prioridades. Ball, a mãe californiana, não permite que seus filhos gêmeos usem o computador para lazer durante a semana, por causa da escola. Ela se senta com eles enquanto fazem uma pesquisa escolar on-line. Os gêmeos usam um computador que fica em um espaço comum da casa. Alguns softwares comerciais permitem estabelecer limites de uso, o mesmo ocorre com sistemas operacionais. Sites como o Club Penguin permitem que os pais coloquem limites no tempo e no acesso.

Fale sobre abuso na Internet
Às vezes, o diálogo é o que faz a diferença no comportamento de pré-adolescentes, afirma Collier. Explique que muitas vezes não percebemos como afetamos outras pessoas on-line porque não podemos ver sua reação ou linguagem corporal, diz Collier. Prometa a seu filho que não “desconectará a Internet” se ele contar a você sobre situações de abuso na Internet ou outras experiências on-line negativas, aconselha Goodstein.

Ensine-os a proteger suas senhas
Os pré-adolescentes tendem a compartilhar senhas entre si, mais do que os adolescentes e adultos. Porém, suas amizades são mais fluidas. Um amigo que se torna inimigo pode causar danos ao usar uma senha para acessar um perfil e enviar mensagens prejudiciais.

Converse sobre configurações de privacidade
Você e seu filho pré-adolescente devem saber se o seu perfil ou blog é público, aberto a todos, ou disponível apenas para os seus amigos. Porém, independentemente da configuração, seu filho deve ser cauteloso ao publicar conteúdo. “Incuta a idéia de que se o conteúdo for algo que ele não queira que você ou o pai ou uma professora vejam, provavelmente não deverá publicá-lo’’, diz Goodstein.

Falar com seu filho pré-adolescente sobre suas atividades on-line e ensiná-lo a pensar antes de agir nesse espaço são suas melhores defesas. “Interagir com seu filho é a melhor forma de protegê-lo’’, afirma Collier.

Tween

EU SOU TWEEN!!!

O que significa o "termo" tween?



A palavra tween é uma nova terminologia que define uma mistura de teens (adolescentes, em inglês) e de between (no meio de).



Eles não são nem crianças nem adolescentes. Com idade entre 8 e 14 anos, são hoje a maior parte dos consumidores. Decididos e exigentes, querem ser, agir e se vestir como os mais velhos. As meninas são cada vez mais românticas e femininas, antenadas em moda, tecnologia (MSN, Orkut, celular, iPod). Já os meninos se interessam por esportes, música, tecnologia e até pouco tempo atrás não eram sequer considerados como um público específico... Era uma fase popularmente conhecida como pré-adolescência.

sábado, 4 de julho de 2009

Sugestões de Leituras para Garotas


Sugestões de leitura :


As Aventuras de Tom Sawyer, Mark Twain

A Bolsa Amarela, Lygia Bojunga

Como e porque ler os clássicos universais desde cedo, Ana Maria Machado

O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas.*Há um filme com o mesmo título

David Copperfield, de Charles Dickens

Um Estudo em Vermelho, de Conan Doyle

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, Jorge Amado

O Hobbit, J.R.R.Tolkien

A Ilha do Tesouro, Robert Louis Stevenson

O Leão, a Feiticeira e o o Guarda-roupa, de C.S.Lewis* Há um filme: Crônicas de Nárnia

Mulherzinhas, de Louisa May Alcott* Há um filme : Adoráveis Mulheres, em 1994

Orgulho e Preconceito, Jane Austin* Há um filme com o mesmo título

Ou Isto ou Aquilo, Cecília Meireles

O Pequeno Príncipe, Antoine de Saint-Exupéry*Há um filme com o mesmo título

Poliana, Eleanor H. Porter

Reinações de Narizinho, Monteiro Lobato

A Vida de Joana d'Arc, Érico Veríssimo. *Há um filme contando a história dela.

domingo, 21 de setembro de 2008

“O correr da vida embrulha tudo.A vida é assim: esquenta e esfria; aperta e depois afrouxa e depois desinquieta. O que a vida quer da gente é coragem. O que Deus quer é ver a gente aprendendo a sorrir no meio da tristeza. Todo caminho da gente é resvaloso, mas cair não prejudica demais. A gente levanta, a gente sobe, a gente volta”
Guimarães Rosa

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Contra a pornografia infantil:

http://www.lightamillioncandles.com/

Entre e acenda sua vela e apoie esta causa.

bjs

Vivi
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